Augusto Backes’ “Mestres do Bitcoin 3.0” surge no meio da euforia do cripto enquanto uma promessa rara: um caminho estruturado e consciente do risco, que vai da leitura de gráficos à custódia on‑chain. Num mercado onde o trader varejista perde dinheiro mais rápido do que digita “comprar”, o curso vende-se como um treinamento de “padawan” para investidores brasileiros que querem sobreviver ao próximo bull market sem transformar o portfólio num jogo de azar.
Mas “sobreviver” tem um preço concreto. O programa custa entre R$1.997 e R$2.497 – um valor que parece modesto até você considerar os gastos ocultos: taxas de corretora, carteiras frias (Ledger/Trezor), assinaturas de análises premium (TradingView/Glassnode). O custo real, porém, é tempo: 40‑60 horas de material denso e cerca de seis meses de exposição real ao mercado antes de se aproximar da competência. Se você busca um atalho para enriquecer rápido, este não é o caminho. Se está disposto a investir meses e um capital significativo, o curso promete position trading, DeFi, yield‑hacking e uma matemática de gestão de risco que pode manter você no jogo mesmo errando metade das vezes.
Arquitetura Financeira e Preços
- Nome do produto: Mestres do Bitcoin 3.0 (Augusto Backes)
- Preço atual: R$1.997‑R$2.497 (preço histórico de lançamento)
- Gastos ocultos: Capital inicial, taxas de corretora, carteiras frias (Ledger/Trezor), assinaturas de análise (TradingView/Glassnode)
- Custo da inação: Perda de ciclos de alta e exposição a scams por falta de critério técnico
Backbone Técnico e Metodologia
- Amparo Técnico: Análise Técnica Clássica, Price Action, Teoria de Dow, Fundamentalista de Criptoativos
- Diferença Técnica: Foco em “Psicologia de Ciclos” e Position Trade, evitando ruído de Day Trade
- Qualidade da Entrega: Aulas densas, diretas, com gravação de tela e operações reais comentadas
- Frequência de Atualização: Média/Alta, com lives exclusivas para alunos acompanhando a volatilidade
Execução e Compromisso de Tempo
- Prazo Mínimo de Conclusão: 40‑60 horas de conteúdo; maturidade após ~6 meses de trading real
- Diferencial Estrutural: Módulo DeFi e Yield Hacking; módulo de “Gerenciamento de Risco” com a matemática que impede falência mesmo com 50% de erros
- Suporte ao Aluno: Comunidade no Telegram e suporte via plataforma
Análise de Risco e Limitações
- Perfil que perderá dinheiro: Quem busca “enriquecimento rápido” ou opera dinheiro que não pode arriscar
- Maior risco: Volatilidade extrema de altcoins e falhas de segurança digital (perda de chaves privadas)
- Ponto cego da didática: Assume base mínima de informática; iniciantes absolutos podem ter dificuldades técnicas com carteiras
- Principal motivo de reembolso: Choque de realidade sobre a paciência necessária para lucros consistentes
O veredito do especialista é 9.7/10 – o padrão ouro do ensino de cripto no Brasil – mas só se você encarar o curso como uma aprendizagem de longo prazo, não como um atalho. Pronto para testar a matemática? Confira aqui: https://go.hotmart.com/B77752154G?ap=2e5d.
Principais ideias do autor
Augusto Backes entende que o mercado de criptoativos funciona como um ciclo de expansão e contração, impulsionado pela psicologia coletiva dos investidores.
Ele afirma que a maioria dos traders perde dinheiro porque tenta prever o movimento de curto prazo, ignorando a estrutura de longo prazo que rege os preços.
O foco do curso está em identificar as fases de acumulação, distribuição e panic sell através de ferramentas de análise técnica clássica e de price action.
Backes destaca que a disciplina de position trade permite capturar grandes movimentos com menos operações, reduzindo a exposição ao ruído intradiário.
Ele propõe que o gestor de risco seja o verdadeiro pilar da estratégia, pois a matemática por trás do tamanho da posição protege o capital mesmo quando a taxa de acerto fica abaixo de 50%.
O autor também enfatiza a importância da custódia própria, afirmando que deixar moedas em exchanges expõe o investidor a riscos de hackeio e de bloqueio de contas.
Por fim, ele conecta o conhecimento em DeFi e yield hacking à independência financeira, mostrando como gerar renda passiva fora do sistema bancário tradicional.
Profundidade teórica
O conteúdo parte da Teoria de Dow, adaptando seus princípios de tendências primárias, secundárias e menores para a volatilidade extrema do bitcoin e das altcoins.
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Backes incorpora conceitos de análise fundamentalista de on‑chain: taxas de hash, endereços ativos e valor transacionado.
O método de price action que ele ensina se baseia na leitura pura de velas, sem indicadores lagging, permitindo que o aluno identifique zonas de suporte e resistência em tempo real.
A psicologia de ciclos trazida por ele se apoia em estudos de comportamento de mercado, como a teoria da refexibilidade de George Soros, aplicada ao frenesi de FOMO e ao pânico de capitulação.
Para fundamentar o módulo de DeFi, o curso traz referências a whitepapers de protocolos como Aave, Compound e Uniswap, explicando mecanismos de empréstimo, fornecimento de liquidez e farming.
O risco de contração inteligente é abordado através de modelos de valor em risco (VaR) adaptados a carteiras de criptoativos, mostrando como calcular a exposição máxima esperada em diferentes cenários de volatilidade.
Essas camadas teóricas são apresentadas de forma progressiva, começando pelos conceitos mais acessíveis e avançando para os modelos quantitativos, garantindo que o estudante construa uma base sólida antes de partir para a prática.
Clareza didática
Backes utiliza gravações de tela comentadas, mostrando cada passo de uma operação real, desde a abertura da ordem até o ajuste de stop loss.
As aulas são divididas em módulos de 20 a 30 minutos, facilitando a revisão e a retenção de informações em dispositivos móveis.
Ele emprega analogias do cotidiano – comparando a leitura de um gráfico de velas à interpretação de sinais de trânsito – para reduzir a barreira de linguagem técnica.
Um quadro resumo ao final de cada módulo destaca os pontos‑chave, as fórmulas essenciais e os erros comuns a evitar.
O material inclui checklists de segurança para carteiras de hardware, guiando o aluno na geração de frases‑semente, backup e teste de restauração.
Para fixar a teoria, são propostos exercícios de leitura de gráficos históricos, onde o estudante deve marcar as fases de acumulação e distribuição antes de ver a resolução do instrutor.
A comunidade no Telegram funciona como um laboratório ao vivo, permitindo que os alunos compartilhem análises e recebam feedback em tempo real.
Aplicabilidade prática
O primeiro passo recomendado pelo curso é definir um capital de risco que não comprometa a reserva de emergência, geralmente entre 1% e 5% do patrimônio total.
Em seguida, o aluno escolhe uma exchange confiável, transfere o valor para uma carteira de hardware e configura a autenticação de dois fatores.
Com a carteira pronta, o estudante aplica o método de position trade: identifica a tendência primária no gráfico diário, aguarda um pullback para entrar com uma posição de tamanho calculado pelo modelo de risco.
O stop loss é posicionado logo abaixo do último ponto de baixa significativa em uma tendência de alta, ou acima do último ponto de alta em uma tendência de baixa, protegendo contra reversões bruscas.
O take profit é definido em níveis de extensão de Fibonacci ou em zonas de oferta identificadas por volume, permitindo que a posição seja parcialmente fechada em múltiplos estágios.
Parte dos lucros é realocada para estratégias de DeFi, como fornecimento de liquidez em pools de stablecoins ou staking em protocolos de proof‑of‑stake, gerando renda passiva enquanto a posição principal permanece aberta.
O curso ensina a monitorar a saúde da posição através de alertas de preço e de métricas on‑chain, como o aumento de endereços ativos ou a diminuição de reservas nas
O escrutínio sobre o “Mestres do Bitcoin” revela um produto que tenta unir prática e teoria em um só bloco. Mas, na prática, a complexidade técnica é visitada com brechezas que geram dúvidas. O custo inicial de entrada, por quanto, exige um investimento online *e* físico, alimentando linhas de risco não contempladas em campanhas de marketing.
Primeiramente, o preço de lançamento varia entre R$ 1.997 e R$ 2.497. Isso parece mira vindo a um consumidor que procura alternativas atraentes, mas a ANAFO está associado a ele? A linguagem technical é clara, mas algumas descrições carecem de consistência. Mistura de análises de domínio e dados que, no contexto brasileiro, ainda exigem battada.
O custo da inacomodação mensal não é apenas mimético; é um alerta sobre a realidade do mercado. A inacalculação da taxa de corretoras, da inclusão de carriles e de custos com Carteiras Rígido é crucial. Sem essa transparência, o aluno corre a betting com fome, não sabendo o que esperar.
O potencial de escalada é alto, mas com isso vem limitações. A metodologia costuma priorizar a psicologia de mercado, mas pode deixar de lado a comunicação de fundamentos técnicos, especialmente para quem busca uma explicação mais profunda. A frequência de atualização média é boa, mas hay momentos de escasso.
O que realmente chama a atenção é a crítica interna: o produto não está apenas vendendo habilidades, mas alimentando uma narrativa de acquisição. Isso importa. Para o leitor que busca prática avançada, isso é um sinal de alerta. A suporte online é genuína, mas a comunidade também precisa enfatizar a edamptencimentos reais.
Em resumo, o “Mestres do Bitcoin” tenta posicionar como referência técnica, mas a realidade utiliza espaços onde a complexidade pode obscurecer. Se o objetivo é possuir algo sólido, é preciso investigar além do painel da mingru. Confira as sources, compare com alternatives e não se deixe levar pela promessa de lucro rápido.
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